A democracia, por assim dizer... - in Portuguese

 
     [ REMARK for <this> site only: Here I have performed wonders of equilibristics in order to allow all chars, from more than dozen alphabets to be shown <somehow> as plain text with Cyrillic and have done this. I have substituted more than 50, probably up to 100 chars, yet there is not an unknown char left, I have checked this. In most cases the substitutions are obvious, but 3 things have to be specially said, namely: i) new signs are added only <after> the char in question; ii) the sign "•" (code 183) is often used for <negation> of something, or for showing of something similar but not the same (like "•`" means accent mark in the other direction, or also "!•" means the Spanish inverted exclamation sign); iii) the signs for less or greater than have to be taken as <rotated> in clockwise direction (to 90 degrees) and vastly diminished (say, ">" means a chick with the form "\/"). That's it, this harms my aesthetical feelings, but is better than nothing, and works in some way. ]


               A DEMOCRACIA, POR ASSIM DIZER ...

               (FRI•`VOLO SOBRE O SE•`RIO — ENSAIO POLI•`TICO)
               — IN PORTUGUESE

               DE JOTATA – ATATOJ,   2021,
               TAMBE•`M CONHECIDO COMO: IVANCHO JOTATA, OCHNAVI ATATOJ, IVAN BUGAROW, JOTABASH GIAURGI, NOSTRADAMUS BULADAMUS, E ENTRE OUTROS NOMES DE CLONAGEM


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     *Resumo*: Aqui eu dou explicac,o~es de forma humori•`stica porque eu na~o gosto de democracia, o que falta para ser bom o suficiente para pessoas inteligentes. Estas explicac,o~es sa~o mais de uma du•`zia, va•`rias vezes te<m intersecc,o~es na~o vazias, isto e•`, algumas ideias se repetem, mas desta forma as coisas se explicam melhor, eu mostrei as diferentes facetas deste feno•`meno social muitas vezes mal compreendido. Porque ela parece bom a` dista<ncia, mas em sua esse<ncia e•` apenas uma bela mentira.

     [ The *idea for illustration* is in placing of one picture in a frame under the title and the author, which has to be square and probably 450 x 450 pixels (because I use usually 525 x 725 for the cover and then multiply by 3, when necessary). The picture is a waist portrait of young Greek woman representing Miss Democracy. She is with long straight nose, probably blond, smiling, crowned with a diadem with 6 five-rayed stars made of some light blue or green precious stone, she is clothed with a piece of cloth, fastened at the left shoulder with a golden brooch in form of a star, which leaves the right (and well formed) breast open, and on the border of this cloth, diagonally, beginning at the left shoulder and passing under the right breast, is read DEMOC(R). Then her right hand is little raised from the elbow and she holds in it a whip, while the left is nearly horizontal and with it she shows … the sign of the fig. ]

     [ *Opening remark*: I want to tell you that I do NOT know this language entirely, i.e. I have never studied it, or read in it, or spoken! All translation is done with the use of computer translators, yet … very <carefully> and with <feeling>. This means that I have translated small portions, compared at least two input languages in dubious moments, where the languages were as follows: the original was German, then I translated alone in English, then in Italian with the use of the computer, then in Russian alone, and then in all left languages, which I hope to exceed in their number the … dozen, using the most suitable one plus the English! How was this possible, when I don't know these languages, and especially when the text is not elementary, this is scientific (although popular) publication, and with quite long and twisted sentences?
     Well, I wanted for a long time to show (to myself) that, after a quarter of a century amateur linguistic investigations, I can <understand> at least a dozen of languages in reading. Yes, and here I was reading my <own> work in these languages, what was a big (intellectual) fun for me. I thought about practically each foreign word, given to me by the computer, for to check whether it <can> mean this or not, and this, for one thing, because these translators made quite often <big> blunders, falling into difficulty to guess the right <context> of the word or phrase (or idiom), and for another thing, in order to check myself about my guesses. I hope the result is not bad, because the topic is exceedingly important for the entire world. In this way I have fulfilled another important task, to check the suitability and easiness of practically all <contemporary European languages>. After all this long work I can definitely say that this is my swan song in the political matters. ]

     [ *Comenta•`rio* (para a variante alema~): Eu vou escrever este material, ao contra•`rio dos meus outros materiais, primeiro em alema~o, enta~o deixe-me explicar por que tomei essa decisa~o. Em <segundo> lugar fica este, que a li•`ngua alema~ e•` mais qualificada que a inglesa, e eu quero fazer tambe•`m traduc,a~o para o italiano, mas na~o conhec,o este u•`ltimo ta~o bem, para fazer sozinho isso, eu irei usar tradutores computadorizados, verificando apenas a traduc,a~o finalizada (o que eu ja•` fiz antes); e, de qualquer maneira, a li•`ngua inglesa e•` um ... monstro entre os tipos de linguagem, na~o e•`? E em primeiro lugar, eu quero melhorar meu alema~o, o que nunca farei, ate•` comec,ar a pensar em alema~o; isso significa, no entanto, que cometerei mais erros do que o normal, por isso eu pec,o aos meus leitores que me desculpar antecipadamente. Talvez seja o suficiente. ]


          CONTEU•`DO

     0. Definic,a~o
     1. Impossibilidade desta soluc,a~o
     2. Este procedimento na~o e•` usado em nenhum outro lugar
     3. A democracia na Gre•`cia Antiga
     4. Soluc,a~o zero
     5. Gesta~o estrate•`gica e ta•`tica
     6. Grande e irracional!
     7. A melhor ... chupeta para o povo!
     8. Reina fraca representatividade
     9. Divisa~o de poderes
     10. Legalidade versus moralidade
     11. Imagem moral dos poli•`ticos
     12. Governo feminino
     13. Outros momentos
     14. Vantagens e desvantagens
     15. Comenta•`rios finais


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          0_. DEFINIC,A~O

     Eu acho que esta•` claro o que quero dizer aqui, mas deixe-me dizer isso explicitamente. Eu vou falar aqui sobre a difundida nos u•`ltimos dois se•`culos no Ocidente, e agora tambe•`m no Oriente, DEMOCRACIA DE DIREITA, que difere do original grego antigo, bem como dos <elementos> democra•`ticos da Roma antiga ou anterior, e mais ainda da esquerda ou democracia popular. Porque os elementos democra•`ticos sa~o usados desde tempos imemoriais, tambe•`m entre os animais, mas isso ainda na~o e•` democracia. Dito de outra forma, essa democracia exige <eleic,o~es livres> para os governantes, para que seja eleito aquele que e•` mais amado (ou menos odiado). E o povo vota em partidos, em pessoas de alto escala~o, que eles na~o conhecem, e as pessoas comuns sa~o incapazes de tomar boas deciso~es, porque eles na~o entendem nada sobre o governo de um estado, e tais eleic,o~es na~o sa~o aplicadas em <nenhum> outro lugar, porque geralmente alguma qualificac,a~o e•` necessa•`ria, e assim por diante e assim por diante.
     Ja•` falei muitas vezes sobre isso, vosso Jotata na~o pode saltar sobre um campo ta~o interessante e incompreendido, na~o pode se permitir ignora•`-lo, e fez tambe•`m muitas propostas para melhorar o governo (pelo menos em seu partido NAPUK, no Codex), mas aqui vou discutir este to•`pico em mais detalhes e em sua necessa•`ria plenitude. Por que<? Bem, porque ha•` muitos pai•`ses onde isso na~o funciona bem, porque (praticamente) para esse foram travadas as duas guerras mundiais, porque esta e•` um <bamboozling>-engano aberto, e deve haver algue•`m que abra os olhos das massas. Falando francamente eu na~o sou o melhor que fez isso, existe uma pessoa que disse a verdade da forma mais curta possi•`vel, e este e•` o famoso Oscar Wilde, so•` que ele usou a palavra <bludgeoning>-espancamento, o que e•` uma espe•`cie de surra com algum <cudgel>-basta~o, o que eu teria substitui•`do por maus-tratos. Enta~o ele disse que <a democracia e•` bludgeoning do povo, pelo mesmo povo, e em nome de (para) novamente o mesmo povo>! (E quando eu penso agora sobre a questa~o, por que eu na~o sou ta~o inteligente quanto ele, so•` consigo encontrar uma raza~o para isso, porque eu na~o sou ... homossexual! Provavelmente pela raza~o de que essas pessoas sejam muito sensi•`veis, por eles o sexo na~o e•` uma sujeira, para proliferac,a~o de mami•`feros e outros animais bissexuais, mas uma espe•`cie de expressa~o de emoc,o~es. Bem, isso foi dito por diversa~o, mas quem pode ter certeza de que na~o e•` assim com essas pessoas?)

          1_. IMPOSSIBILIDADE DESTA SOLUC,A~O

     Ah, queridos leitores, me sinto um pouco desconforta•`vel para explicar coisas ta~o elementares, mas isso e•` porque na~o gostamos de nos fazer perguntas, exercitar nossas habilidades de pensamento na~o e•` um dos nossos passatempos amados, no•`s, isto e•`, as massas, amamos as ac,o~es, na~o o pensamento. Mesmo eu, pessoalmente, na~o me perguntei sobre as eleic,o~es <de baixo>, ate•` que ocasionalmente, por volta dos 25 anos, ouvi dizer que tal eleic,a~o era impossi•`vel <em princi•`pio>! Mas eu tenho minhas circunsta<ncias atenuantes, que eu estava simplesmente ... feliz, por me fazer perguntas, e tambe•`m as nossas eleic,o~es sob o totalitarismo foram inteiramente redundantes, apenas demonstrativas, para desfilar com eles, na~o era como hoje, quando eu analisei esta questa~o ja•` em 1991-92 e tirei as minhas concluso~es.
     Bem, em qualquer caso, a verdade e•` que para poder escolher e•` preciso saber bem, na~o so•` a a•`rea disciplinar, mas tambe•`m os candidatos que concorrem, ou, como excec,a~o, o estabelecimento da superioridade dos concorrentes deve ser muito fa•`cil e o•`bvio. Este u•`ltimo acontece quando um duelo, tambe•`m entre animais, e•` realizado; e o povo comum na~o tem, naturalmente, nenhuma ideia sobre governo ou economia ou leis ou relac,o~es pu•`blicas (ou seja, a arte de <enganar> as massas) et cetera. Ainda mais importante aqui e•` que as pessoas na~o te<m conhecimento suficiente sobre os candidatos a deputados e, por isso, na~o sa~o capazes de fazer a escolha certa. Isso, o que eles sabem sobre os candidatos, sa~o coisas <in>significantes como: apare<ncia, comportamento, maneiras, maneira de falar, o tipo que eles amam nas mulheres ou nos homens, a marca de seus carros, seus conhecidos, orientac,a~o poli•`tica, mas isso na~o basta para fazer uma escolha certa. E as pessoas muitas vezes mostram seus lados inesperados, mesmo quando se vive muitos anos com o outro ... bunda comtro bunda (por assim dizer), de modo que no final os eleitores quase sempre ficam decepcionados.
     Em suma, e•` <impossi•`vel> fazer <de baixo> uma escolha competente, pois o eleitor deve saber <mais> do que a pessoa que escolhe, ele deve ser melhor do que ela neste sentido, para poder realizar uma escolha competente, mas quando ele esta•` embaixo, quase sempre sabe <menos> do que essa pessoa! Para que a escolha so•` seja acertada quando o eleitor escolhe pessoas que esta~o abaixo dele, ou quando na~o o excedem muito em suas habilidades, id est quando eles sa~o <como ele ou mais estu•`pidos>. E normalmente e•` assim, sa~o escolhidos comite<s ou ju•`ris diferentes, mas de seus colegas da a•`rea. So•` isso ja•` e•` suficiente para riscar a democracia, mas no•`s vamos mais longe.

          2_. ESTE PROCEDIMENTO NA~O E•` USADO EM NENHUM OUTRO LUGAR

     Bem, essas sa~o coisas o•`bvias, porque em cada domi•`nio ou competic,a~o especi•`fica existem ju•`ris especialmente formados; e•` assim nos esportes, no estudo, na produc,a~o, em todos os lugares; e se com os ju•`ris do tribunal na~o for assim, enta~o e•` porque deve ser aplicada uma espe•`cie de escolha arbitra•`ria e, neste caso, nenhum conhecimento especial e•` necessa•`rio. De modo que este procedimento esta•` <errado> em sua esse<ncia, e por isso na~o foi aplicado nos mil anos da histo•`ria humana, apenas por um par de se•`culos na antiga Gre•`cia, e nos u•`ltimos 1-2 se•`culos. Permitam-me relembrar que quando a democracia foi introduzida na velha Gre•`cia, por um certo Pisi•`strato, as massas <na~o quiseram> aceitar isso, eles pensaram que isso era um truque dos governantes, ainda mais porque este homem era um tirano! Consequ:entemente, as pessoas nos tempos antigos na~o eram ta~o estu•`pidas como agora estamos dispostos a aceitar, eles eram ainda mais <inteligentes> e <morais>, acreditavam que governar e•` uma arte, que requer muitos talentos da pessoa, e tambe•`m que a democracia e•` <vantajosa para os governantes>, quando for introduzida por um tirano.
     Para que no•`s devemos pensar de vez em quando, devemos lanc,ar um olhar para tra•`s na histo•`ria, e se algue•`m assume que nossa histo•`ria esta•` totalmente errada, e no•`s temos que cuspir nela, enta~o eu sozinho posso cuspir nele, porque este e•` um comportamento bastante estu•`pido, no•`s devemos honrar nossos ancestrais. Mas na~o se trata apenas dos nossos ancestrais, mesmo hoje a democracia <pura> na~o e•` aplicada em nenhum outro lugar, apenas alguns <elementos> democra•`ticos, quando a escolha e•` mais difi•`cil do que de costume, quando ha•` muitos candidatos, como uma espe•`cie de <escolha arbitra•`ria>, como requisito <adicional>. E•` impossi•`vel imaginar coisas como, por exemplo: os alunos escolhendo seus professores, ou os pacientes, seus me•`dicos, ou os soldados, seus generais, e assim por diante, e se algue•`m assume que isso e•` possi•`vel, enta~o ele deve, pelo menos inconscientemente, supor que isso e•` alguma piada. Sim, mas no•`s acreditamos, porque somos simplesmente estu•`pidos.

          3_. A DEMOCRACIA NA GRE•`CIA ANTIGA

     Como era no comec,o, ah, na Gre•`cia antiga? Bem, estava la•` naquela e•`poca a sociedade escravista, na~o como muito mais tarde nos Estados Unidos, na~o, uma escravida~o mais branda e agrada•`vel, pode-se dizer, mas havia escravos, com certeza. O que significa que existiam leis fortes, a sociedade era bem desenvolvida (para aquela e•`poca), o povo vivia rico, e se partirmos da frase latina que o povo quer antes de tudo duas coisas, <panem et circenses>, ou pa~o e circos em portugue<s, enta~o eles tinham pa~o suficiente, mas poucos circos, e como resultado disso, quase sempre estavam insatisfeitos. E este sa•`bio tirano havia pensado (de acordo com Jotata), que teria sido melhor se ele pudesse entupir suas bocas, passar toda a responsabilidade sobre seus ombros, mas ainda pudesse ser escolhido por eles, ele e os outros aristocratas. Este era um sonho brilhante, ele tambe•`m havia elaborado todos os detalhes, mas seu povo estu•`pido na~o quis morder esta isca, de modo que ele pediu a alguns dos antigos sa•`bios (So•`lon, se na~o me engano) que explicassem a pessoas, que desta forma sera•` melhor tambe•`m para eles.
     E como tudo foi organizado la•`? Bem, em seu Areo•`pago-Parlamento foram escolhidos por 10 pessoas de cada um dos 50 chamados <dems>-ge<neros (ou fami•`lias grandes), o que fez juntos 500 homens (sem mulheres, e•` claro), que as pessoas trataram com todas as questo~es importantes, eles tambe•`m eram o Tribunal. Observe, no entanto, que naquela e•`poca os homens livres em Atenas deviam ser no ma•`ximo 10 mil pessoas, embora eu ache que seu nu•`mero na~o fosse superior a 5000, porque para cada homem provavelmente havia uma esposa e uma ma~e, um par de filhos e 5 a 10 escravos, de modo que as pessoas que escolheram foram 1/10 de todas as pessoas ali (supondo que a cidade tenha de 50 a 100 mil pessoas). E isso da•` um em cada dez, e tambe•`m em um ge<nero ou fami•`lia ou a•`rea, de modo que esses homens se conheceram bem, ou enta~o, conheceram quem deles esta•` mais alto, e como consequ:e<ncia disso ele deve ser escolhido. Isso na~o tem quase nada em comum com as eleic,o~es de hoje, onde e•` eleita uma entre mais de 10 mil pessoas praticamente desconhecidas. Sim, mas apesar disso os eleitos foram certamente substitui•`dos por novos, e <toda> a democracia foi mudada com peri•`odos de ditadura, e vice-versa! De modo que ja•` naquela e•`poca se viu que <so•`> a democracia <na~o> e•` uma boa soluc,a~o para o problema do governo.

          4_. SOLUC,A~O ZERO

     Bom, ate•` agora descobrimos que, dito de outra forma, pessoas, que <na~o entendem nada>, escolhem pessoas que <eles na~o conhecem>, e ale•`m disso os eleitores <na~o exigem> das pessoas <documentos para> qualquer <qualificac,a~o> profissional, o que, alia•`s, e•` uma espe•`cie de loucura! Nesta situac,a~o, e•` perfeitamente normal supor que tal soluc,a~o seja impossi•`vel, e no•`s devemos joga•`-la fora da esfera do governo social sem maiores discusso~es. E isso mina toda a democracia, porque, na ordem inversa, se no•`s exigimos algumas qualificac,o~es, isso pode levar a` discriminac,a~o de algumas pessoas (que, por razo~es diversas, na~o te<m qualificac,a~o), conhecer as pessoas que devem ser escolhidas em um estado inteiro e•` hoje diretamente impossi•`vel, e educar as massas comuns no governo, na economia, e em outras a•`reas e•` uma utopia clara. Para que, tal como as coisas esta~o, simplesmente na~o ha•` mais nada a fazer aqui, e os comunistas tinham raza~o, quando inventaram a democracia popular! O que e•` verdade, e tambe•`m ... na~o e•` verdade, depende dos objetivos que nos propusemos (sobre o que eu falarei mais adiante).
     E qual e•` essa soluc,a~o zero? Em duas palavras, esta <e•`> uma soluc,a~o, mas que e•` trivial e pouco interessante, e que normalmente na~o e•` necessa•`rio "pesquisar", porque e•` o•`bvia. Isso vem da soluc,a~o de um sistema homoge<neo linear de equac,o~es (digamos: A11*X1 + A12*X2 + A13*X3 = 0, enta~o A21*X1 + A22*X2 + A23*X3 = 0, etc.), qual sistema tem sempre a soluc,a~o, onde todas as inco•`gnitas (Xj) sa~o 0, mas na~o ha•` necessidade de realmente buscar essa soluc,a~o. Isso significa que em vez das eleic,o~es oficiais pode ser usada uma escolha arbitra•`ria usual, ou enta~o a escolha pode ser feita por alguma insta<ncia autorizada (como acontece quando e•` escolhido um governo proviso•`rio). Sim, mas se assim for, a fraude eleitoral sera•` impossi•`vel, e isso e•` algo que os governantes na~o querem, e tambe•`m no•`s na~o conclui•`mos a nossa investigac,a~o.

          5_. GESTA~O ESTRATE•`GICA E TA•`TICA

     Como ja•` vimos, as eleic,o~es democra•`ticas sa~o totalmente inadequadas para escolher as pessoas certas, mas, no entanto, elas sa~o frequentemente usados e as coisas <nem sempre sa~o ruins>, de modo que no•`s tentaremos, aqui e nos pro•`ximos dois pontos, encontrar a resposta para a pergunta: como e•` possi•`vel que pessoas incompetentes possam, ainda, fazer seu trabalho? Por isso, ja•` e•` hora de comec,armos a distinguir entre gesta~o <estrate•`gica> e <ta•`tica>. A estrate•`gia e•` a arte de aplicar tais me•`todos, que levam a` destruic,a~o total do inimigo (a raiz aqui esta•` relacionada com a triturac,a~o, como nas palavras: <strada> /estrade, eslavo 'strivam'-moer, etc.), e a ta•`tica e•` a arte de fazer as coisas funcionarem como um relo•`gio bem oleado (para dizer tic-tac). Eu estou explicando essas coisas para dar a voce< a oportunidade de entender melhor a etimologia dessas palavras do grego antigo, mas, para simplificar, o estrategista e•` aquele que so•` pode exigir, mas na~o esta•` interessado se isso, o que ele quer, pode ser feito ou na~o, enquanto o ta•`tico e•` o executor, o diretor executivo, que deve saber o que pode e o que na~o pode ser feito.
     Disto se pode chegar a` conclusa~o de que em uma fami•`lia o estrategista nato e•` a mulher, que so•` pode querer (digamos: tre<s vezes ao dia, pelo menos, ou tu podes facilmente imaginar que na~o ficar contigo para sempre), e o homem e•` o ta•`tico nato (quem sabe que uma vez tambe•`m basta, se ele consegue fazer isso pelo menos 10 minutos, e melhor ainda 15). Na Bulga•`ria, tambe•`m se diz que o homem e•` a cabec,a, mas a mulher e•` o pescoc,o. Muitas pessoas, inclusive eu no passado, acham que essa divisa~o de func,o~es na~o e•` necessa•`ria, e deve-se preferir uma pessoa que possa cumprir as duas func,o~es, mas na~o deve ser assim, aqui por razo~es psicolo•`gicas, mas a`s vezes por razo~es funcionais (como e•` com os dois sexos — isso aumenta a diversidade nas pro•`ximas gerac,o~es). De modo que, se tive•`ssemos aqui alguma divisa~o forte de func,o~es, isso teria sido bom, mas os deputados sa~o, por um lado, pessoas <incompetentes>, e por isso pro•`prios apenas para estrategistas, e, por outro lado, quando alguns deles mais tarde se tornam ministros, eles tentam cumprir tambe•`m as func,o~es de taticistas, e isso frequ:entemente da•` errado. Neste campo deve ser realizada uma melhor diferenciac,a~o (o que eu penso fazer mais tarde).

          6_. GRANDE E IRRACIONAL!

     Aqui vou chegar ao final do ti•`tulo acima, mas primeiro quero explicar dois momentos que parecem um pouco misteriosos. O primeiro e•` a resposta a` pergunta: quando e•` assim, que aqui pessoas, que nada entendem, escolhem pessoas que na~o conhecem e, ale•`m disso, na~o requerem quaisquer documentos para qualificac,a~o, como enta~o e•` possi•`vel que em muitos casos elas fac,am uma boa escolha, ou tambe•`m, em alguns outros pai•`ses e momentos, sempre uma ma•` escolha (como, por exemplo, na Bulga•`ria)? Bem, aqui e•` bom simplificar um pouco nossa pergunta, e no lugar dos parlamentares temos ... mac,a~s, que sa~o colocadas em uma cesta e parecem iguais quando tocadas com os dedos; e enta~o a pergunta e•`: como pode acontecer, que quando na~o estamos olhando na cesta, mas apenas estendendo a ma~o agarrando uma mac,a~, esta mac,a~ sera•` sempre boa, respectivamente ma•`? Ah, isso deve ficar claro, isso so•` pode acontecer enta~o, quando todas as mac,a~s forem iguais, certo? E e•` mais ou menos assim com os nossos parlamentares, na~o existem diferenc,as principais entre eles; e existem tambe•`m os partidos poli•`ticos que sa~o importantes, na~o tanto as pessoas. Mas quando a situac,a~o e•` tal, que ningue•`m pode fazer maravilhas, enta~o cada pessoa escolhida acabara•` sendo ma•`.
     E tambe•`m do lado dos parlamentares: como pode ser que, quem for escolhido, ele possa cumprir o seu trabalho igualmente bem (ou, enta~o, mal)? Aqui, tambe•`m, a resposta e•` simples: ou quando o trabalho e•` muito fa•`cil, para que cada um possa realiza•`-lo, ou quando na~o e•` ele (ou ela) sozinho que esta•` fazendo o trabalho, mas seus subordinados (digamos, no ministe•`rio), que devem ser pessoas competentes. Para que voce< veja, que sob democracia as eleic,o~es tambe•`m na~o sa~o muito importantes; eles desempenham um papel mais influente sobre o governo de um estado ou regia~o do que sob o totalitarismo (quando elas <na~o> tiveram qualquer efeito sobre as pessoas escolhidas — elas teriam sido tomados no governo tambe•`m sem eleic,o~es), mas na~o ta~o grande, como as pessoas supo~em. Tudo e•` engano e fraude (ou <bamboozling>), essas eleic,o~es de baixo sa~o inquestionavelmente <ir>racionais, mas e•` precisamente <nisso> que reside a sua grandeza e engenhosidade, que nenhuma pessoa comum ou medi•`ocre teria essa ideia! Porque, voce< deve saber, que o ge<nio fica muito perto da estupidez. Assim tambe•`m aqui, algo que <contradiz o bom senso> pode (sob uma luz diferente, por assim dizer) tornar-se brilhantemente inteligente.

          7_. A MELHOR ... CHUPETA PARA O POVO!

     Sim, tudo isso e•` mau, mas o mau e o bom neste mundo esta~o intimamente relacionados, andam de ma~os dadas, ou, como diz um ditado conhecido, ate•` o diabo na~o e•` ta~o negro como e•` pintado (e enta~o eu acrescentaria que nem mesmo Deus e•` ta~o branco quanto voce< pensa Nele), e acontece que, sob outro prisma, isso pode na~o parecer ta~o ruim, como se poderia supor! E realmente, a democracia e•` <menos eficaz> do que qualquer gesta~o centralizada forte, a forma como as eleic,o~es sa~o realizadas e•` no mi•`nimo co<mica, os poli•`ticos sa~o facilmente <muta•`veis>, <todo> partido e•` <ruim>, se levado a longo prazo, mu•`ltiplas opinio~es <impedem> a tomada de deciso~es acertadas, reina rui•`dos desnecessa•`rios em todos os lugares, e assim por diante; eu diria tambe•`m que a democracia esta•` consciente de que toda decisa~o e•` apenas <tempora•`ria>, e <espera> que isso, ela so•` teria sido impedida se uma decisa~o certa dos problemas fosse encontrada (porque tal situac,a~o diminuira•` os circos, consequ:entemente as massas ficara~o decepcionadas)!
     Mas se esquecermos tudo isso e olharmos as coisas de um ponto de vista <psicolo•`gico>, enta~o acontece que as massas <gostam> desse tipo de engano, porque todo objeto vivo quer enganar com algo os outros objetos ao redor! Sim, no•`s queremos enganar os outros e tambe•`m <ser enganados pelos outros>, o que nos diz abertamente o ditado latino: <Mundus vult decipi>! No•`s queremos mentir um para o outro, e, olha aqui, a democracia vem e nos da•` essa oportunidade, isso nos deixa (com excec,a~o de mim, naturalmente) felizes, no•`s queremos quase abrac,a•`-la, essa Miss Democracia. Eu chamo isso de calar a boca das pessoas, da mesma forma que um bebe< e•` pacificado com um mamilo artificial! Porque qual e•` o propo•`sito de uma chupeta? Ah, dupla face, por um lado enganar o bebe< que ele (ou ela) tem um seio materno de verdade na boca (o que aqui significa que as pessoas comuns sa~o aquelas que escolhem os governantes e geralmente sa~o importantes), e de outro lado, proteger o seio da ma~e (aqui para preservar o sistema poli•`tico, porque os poli•`ticos mudam, mas a democracia permanece). E na~o esquec,amos tambe•`m o momento psicolo•`gico, que foi pedido ao povo, e agora ele deve se comportar bem ate•` as pro•`ximas eleic,o~es. Bem, muito bem pensado, realmente brilhante, fraude excelente!

          8_. REINA FRACA REPRESENTATIVIDADE

     Isso e•` uma coisa que como se ningue•`m percebesse, todos assumem que deve ser exatamente assim, que a Assembleia Nacional (como e•` chamada em bu•`lgaro) deve ser eleita como assembleia de todos os partida•`rios, mas isso na~o esta•` certo! Na~o e•` justo, porque assim a gente consegue uma assembleia de <partidos>, uma grande comissa~o de representantes ou deputados de todos os partidos, e estas sa~o coisas <diferentes>, porque, para dar um exemplo, na Bulga•`ria nas eleic,o~es participam menos da metade da populac,a~o, e isso ja•` ha•` 20 anos. Isso acontece pela simples raza~o de que as pessoas, como tambe•`m seu Jotata, na~o conseguem encontrar um partido adequado para dar seus votos, mas, seja como for, por que essas pessoas deveriam ser exclui•`das da sociedade, so•` porque na~o querem participar desse jogo estu•`pido? Pois bem, eu admito que sempre existira~o pessoas estu•`pidas, que se emocionara~o com as coisas novas (quando se sabe ha•` muito tempo que na~o ha•` nada de novo debaixo do sol), que prestara~o atenc,a~o a todos os anu•`ncios comerciais, ou esta~o sempre prontos, digamos, para olhar por baixo da tampa, para encontrar la•` algum nu•`mero, com o qual ganhar algo (com a probabilidade de que no dia primeiro de julho e no meio da Europa, em Viena, ... comece a nevar), etc., ou seja, pessoas que esta~o prontas para participar desse jogo democra•`tico, mas isso na~o significa que as outras pessoas mais se•`rias devam ser <discriminadas>.
     Existem, enta~o, duas abordagens aqui, ou renunciamos aos partidos, ou construi•`mos uma <amostra representativa> da populac,a~o no Parlamento, ou as <duas> coisas juntas. Os partidos, naturalmente, na~o sa~o necessa•`rios, podem ser votados em <pessoas>, e estas podem pertencer a algum partido ou na~o; se antes de um par de se•`culos isso poderia ser difi•`cil de ser feito, enta~o na~o ha•` problemas hoje em organizar votac,o~es para centenas ou mais pessoas e em um grande pai•`s, na~o em reunio~es e na~o em um dia, mas, digamos, em uma semana, e via Internet. Em seguida, uma amostra representativa pode ser escolhida por uma escolha aleato•`ria ordina•`ria, mas tambe•`m com outros para<metros (como: idade, sexo, etnia, renda, etc.), e esta sera•` uma <verdadeira> assembleia nacional (onde, por exemplo, se for sobre a atual Bulga•`ria, os ciganos devem estar em torno de 25% e os turcos cerca de 35%). Estas pessoas, obviamente, na~o devem governar, mas para exprimirem a sua opinia~o sobre todas as questo~es importantes, um desses o•`rga~os do Parlamento sera•` muito importante! E enta~o podem ser facilmente escolhidos partidos de acordo com sua porcentagem no Parlamento eleito (ou escolhido aleatoriamente); eu quero dizer <quantas> pessoas, e quem exatamente, isso vai dizer o corpo dirigente de cada partido. Para que essas coisas, naturalmente, possam ser feitas, se apenas quisermos ter isso.

          9_. DIVISA~O DE PODERES

     Vou expressar aqui um pensamento brilhante e permitir que voce< me cite e elogie onde quiser. Por que<? Bem, porque esse pensamento e•` muito simples, mas eu na~o o vi ou ouvi em nenhum lugar, eu cheguei a ele sozinho, com a ajuda de minhas ce•`lulas cerebrais, e e•`: o desenvolvimento se expressa quase sempre em alguma <diferenciac,a~o> de ideias ou conceitos! Bem, tudo bem, do ponto de vista da diale•`tica essa na~o e•` uma ideia nova, mas quem se interessa hoje pela diale•`tica? Ela fazia parte do comunismo, portanto, agora deve ser esquecido. Mas, seja como for, eu quero dizer que apenas um grupo, ou assembleia, ca<mara, casa, ou como voce< chama, no Parlamento na~o e•` suficiente, deve haver pelo menos dois, possivelmente tre<s, ou mesmo quatro ca<maras do Parlamento, que devem ter func,o~es diferentes e representar diferentes camadas da sociedade! E isso na~o existe praticamente em nenhum lugar, porque a segunda ca<mara, onde esta•` disponi•`vel, cumpre outras func,o~es (ha•` la•` grupos e•`tnicos ou territoriais representados, isso na~o basta). O que quero dizer aqui sa~o os dois grupos ba•`sicos, as pessoas comuns e os governadores. Como ja•` observei, os parlamentares sa~o escolhidos como representantes do povo, mas enta~o eles se transformam imediatamente, como se com uma varinha ma•`gica, e comec,am a fazer leis e a governar o estado, o que e•` uma miscela<nea completa!
     Mais precisamente, no•`s devemos escolher na <Ca<mara dos Governadores> tais pessoas, que entendem algo sobre gesta~o, que na~o sa~o, como no•`s na Bulga•`ria dizemos, '<Sulju> <e> <Pulju>' (pessoas comuns medi•`ocres e ate•` estu•`pidas). E na~o apenas algo, eles devem ser pessoas competentes, empresa•`rios, economistas, relac,o~es pu•`blicas, e outros especialistas, e devem ser escolhidos de comisso~es especiais, <na~o> de pessoas comuns. Sim, sempre foi feito assim, em va•`rios ju•`ris, ate•` o Papa Romano e•` escolhido desta forma, isso e•` certamente possi•`vel de ser feito, mas no•`s queremos que a fraude continue. E enta~o na <Ca<mara do Povo>, das pessoas comuns, devemos usar a escolha arbitra•`ria simples (ou com para<metros dados), e escolher, digamos, por duas pessoas por cada ano de nascimento de 20 inclusive a 70 exclusivo, se quisermos ter la•` 100 pessoas; neste caso e•` bom que na Ca<mara dos Governadores tenhamos tambe•`m 100 pessoas.
     Assim, e o funcionamento dessas Ca<maras deve ser claro em seus nomes: os Governadores devem reger ou governar, fazer novas leis, nomear embaixadores, etc., e as pessoas comuns devem dizer seus "sim" a quase tudo, no caso contra•`rio, isso na~o sera•` contado como aceito! A pra•`tica erro<nea, que na~o se aplica a <nenhum> outro lugar, de que pessoas que participam de algo, sa~o levadas tambe•`m ao ju•`ri e da~o sua opinia~o sobre os resultados finais, deve ser expulsa do sistema democra•`tico de uma vez e para sempre. Sim, mas ningue•`m percebe essas coisas, e•` como no ... conto de fadas da roupa nova do rei, todo mundo fica maravilhado com suas roupas novas, e ningue•`m (com excec,a~o do seu Jotata, que na~o e•` publicado em seu pai•`s, porque ele estudou muito e diz a verdade) vem ao pensamento, que a democracia e•` apenas ... <aqua nuda> (como no•`s, na Bulga•`ria, gostamos de dizer).

          10_. LEGALIDADE VERSUS MORALIDADE

     Ah, essa e•` uma questa~o centena•`ria, que nunca foi devidamente resolvida, porque ... bem, porque no•`s queremos ter <ou> um po•`lo <ou> outro, nunca algo de ambas as coisas, nunca uma variante de bom compromisso, onde teremos leis feitas de antema~o, mas tambe•`m uma moralidade geral. Voce< certamente sabe que a religia~o, como principal portadora da moralidade, existe ha•` centenas e milhares de anos, mas desde a Revoluc,a~o Francesa esta•` praticamente exclui•`da do governo, porque esta na~o era uma insta<ncia religiosa. Igualmente os comunistas (como os fascistas, eu suponho) na~o eram a favor do governo religioso do estado, e a democracia de hoje tambe•`m, mas pessoas, e•` uma coisa, se algo na~o e•` oficialmente exigido, mas existe ou esta•` sendo usado (digamos, antes de mais de cerca de cem anos, a relac,a~o sexual fora das fami•`lias era considerada pecaminosa, mas as pessoas na~o pararam de copular, na~o e•`?), e outra coisa e•` jogar algo inteiramente fora (como isso aconteceu em pai•`ses na~o religiosos, como a Bulga•`ria, por exemplo), mas e•` muito melhor se mantivermos isso, pore•`m na~o o propagamos e alertamos contra isso (digamos, no•`s na~o proibimos totalmente os cigarros ou bebidas alcoo•`licas, ou em alguns pai•`ses ate•` mesmo algumas drogas). Esta preservac,a~o parcial e•` a mais difi•`cil, mas, ainda assim, possi•`vel.
     O que quero dizer aqui e•` que as diferentes religio~es julgam sobre a vida de maneiras diferentes, e se no•`s deixarmos que de alguma forma elas existam juntos, o que aconteceu desde os velhos tempos em alguns pai•`ses (pelo menos parcialmente), enta~o podemos fazer uma <intersec,a~o de todas as religio~es>, como isso e•` chamado na teoria dos conjuntos, o que deve ser uma moral pura! Bem, isso e•` um pouco uto•`pico, mas na~o totalmente inacessi•`vel. E como que isso acontec,a, e•` bom lutar por isso, e formar no governo um corpo, se na~o puro, pelo menos parcialmente moral! Eu na~o proponho construir alguma Ca<mara Religiosa no Parlamento (porque o tempo das religio~es e•` como se tivesse passado um pouco; e eu acrescento que acho que o <atei•`smo tambe•`m> e•` um tipo de religia~o, mas isso requer mais espac,o para se explicar melhor), mas fazer uma <Ca<mara de Sa•`bios>, que cumprira•` tambe•`m func,o~es morais! Esta Ca<mara devera•` constituir o <terceiro poder> do governo, que tambe•`m deve ter opinia~o sobre quase tudo, mas igualmente desempenhara•` o papel des estrategistas, porque os governantes sa~o os taticistas, e o povo e•` o avaliador! Tre<s poderes agora sa~o muito melhores do que um, na~o sa~o? E precisamente essas pessoas devem ser escolhidas da maneira usual para a democracia, ou seja, por meio de <votac,a~o oficial> em todo o pai•`s, mas na~o em um dia (isso na~o e•` necessa•`rio), e provavelmente em <um par> de turnos, o que deve permitir votar em <conhecidos pro•`ximos>! Bem, um pouco complicado, mas correto.

          11_. IMAGEM MORAL DOS POLI•`TICOS

     Vou me ocupar ainda mais com questo~es morais, e aqui falarei sobre a imagem moral dos poli•`ticos, o que deixa muito a desejar, porque essas pessoas trabalham para seu pro•`prio benefi•`cio e se beneficiam da posic,a~o, e as massas na~o gostam disso. Agora olhe aqui, e•` claro que todos devem se preocupar com os outros, mas quase ningue•`m faz isso, porque assim e•` a vida, e cada governador quer ter certeza de que ficara•` mais rico, na~o mais pobre, mas quando as pessoas ve<em isso, elas na~o esta~o muito entusiasmados para se comportar bem, e quando a democracia lhes da•` a oportunidade de protestar, elas fazem exatamente isso (como muitas vezes acontece na Bulga•`ria, nos u•`ltimos alguns anos), de maneira que o comportamento dos poli•`ticos e seu mercantilismo <atrapalham> a efica•`cia do pro•`prio governo. E se tivermos os tre<s propostos pelo Jotata — sou eu, pessoal, aplaudam-me — Ca<maras no Parlamento, na~o sera•` ta~o difi•`cil introduzir la•` algum pagamento <moderado>, o que significa algo em torno do <sala•`rio me•`dio mensal>, que geralmente e•` 2 e 1/3 sala•`rios mi•`nimos mensais (SMM)! O que significa, em duas palavras, que os poli•`ticos devem, finalmente, diria eu, viver como <padres> e dar um bom exemplo para os outros, na~o o contra•`rio.
     E por que eu acho que isso e•` possi•`vel? Ah, porque a Ca<mara dos Sa•`bios, onde acontece a votac,a~o propriamente dita, esta•` cheia de estrategistas, e eles na~o governam, na~o se tornam ministros, etc., para eles isso seria uma espe•`cie de publicidade, eles se sentiriam bastante felizes com 2 SMM (e ficariam la•` tambe•`m sem dinheiro); depois, a Ca<mara do Povo e•` composta por pessoas comuns, que tambe•`m se sentira~o felizes por estar ali por algum tempo (elas concordariam ate•` em pagar algo, se necessa•`rio); e a Ca<mara dos Governadores, bem, as pessoas la•` <na~o> ficara~o realmente felizes em trabalhar quase sem dinheiro (para um trabalho ta~o responsa•`vel e geralmente bem pago), mas em comparac,a~o com as outras ca<maras elas se conformara~o com a situac,a~o (e tambe•`m tomara~o este trabalho como uma espe•`cie de publicidade). Isso, no entanto, na~o significa que essas pessoas va~o viver la•` muito pobres e gastar seu pro•`prio dinheiro, na~o, porque elas devem receber gratuitamente muitas coisas adicionais como benefi•`cios adicionais, como, por exemplo: comida, roupas, carro pessoal, cuidados me•`dicos, educac,a~o, estadia em resorts, e assim por diante, e isso tambe•`m para seus familiares, so•` na~o como dinheiro aute<ntico, que pode ser economizado e com o qual mais tarde pode ser exercido poder.

          12_. GOVERNO FEMININO

     Pode-se dizer que a democracia e•` uma espe•`cie de governo feminino, na~o em um sentido direto, e•` claro, mas como fraco, emocional, incompetente, ineficaz, a`s vezes escandaloso, sedutor, e assim por diante. E e•` realmente assim, e por esta raza~o a democracia e•` frequ:entemente substitui•`da por algum governo centralizado forte (tirania na Antiga Gre•`cia, ou comunista ou fascista ditadura), ou o povo escolhe pelo menos uma figura poli•`tica com punho de ferro, ou um aristocrata. Posso tambe•`m acrescentar que ela permite uma fa•`cil <inclusa~o de elementos estrangeiros>, como: instituic,a~o presidencial, parlamentos multicamera, protestos extra-parlamentares, governos proviso•`rios, mesas redondas, e outras coisas — bem, uma prostituta dorme com todos que pagam bem, na~o e•`? Tudo isso a`s vezes pode ser u•`til, e eu mesmo proponho alguns novos elementos da democracia, mas voce< sabe que os sexos sa~o <dois>, apenas um na~o e•` suficiente, e por isso essa forma de governo, como tambe•`m a outra (digamos, a ditadura), na~o pode funcionar inteiramente por si mesma; ou no•`s devemos construir alguma estrutura de governanc,a hermafrodita; ou tambe•`m deve esperar mudanc,as ao longo do tempo.
     Em qualquer caso, a natureza feminina da democracia pode explicar muitos de seus feno<menos. Por exemplo, ela e•` bom principalmente para <mudanc,a>, na~o para um governo esta•`vel e duradouro, e essas sa~o as mulheres, elas querem ter homens diferentes (enquanto os u•`ltimos se acostumam com a mesma mulher mais facilmente); ela e•` uma regra <sem> um objetivo constante e funciona bem quando e onde na~o existe um objetivo vital, apenas para ter uma vida interessante, e eu posso dizer por experie<ncia pro•`pria que para uma mulher importante na~o e•` tanto o que ha•` para comer, mas como ... a mesa esta•` <coberta>, literalmente, o que e•` a <toalha> da mesa; enta~o, o importante para a democracia e•` como as pessoas vivem <neste momento>, na~o se um determinado partido e•` bom ou ruim, mas apenas no presente, ela na~o se esforc,a por um reino-<Reich> milena•`rio de luz como parai•`so, ou em um futuro comunista brilhante, e tambe•`m as mulheres vivem no momento atual; e assim por diante. A democracia se baseia na <ir>racionalidade do corpo dirigente e na impossibilidade de encontrar o melhor poli•`tico ou partido, e os muda simplesmente; tambe•`m ela <na~o tem moralidade> (por que isso?) e adora tudo o que acontece, enquanto o jogo democra•`tico continuar! Mas com isso ela cria um excelente funcionante ... <perpetuum mobile>, ela <se renova no lugar>, o que tambe•`m toda mulher faz, figurativamente falando, quando da•` a` luz novas pessoas.

          13_. OUTROS MOMENTOS

     Quando ja•` tiver escrito minha du•`zia de pontos planejados, isso significa que e•` hora de terminar este material. Eu vou enfatizar aqui alguns momentos, sobre os quais eu como se tivesse saltado, mas que sa~o importantes, para que eu possa sentir vergonha ate•` no ... outro mundo, se me esqueci de esclarece<-los! A uma coisa e•` que hoje em dia, na e•`poca dos computadores, todas as votac,o~es oficiais podem ser feitas <de forma aberta>, portanto, devem ser feitas assim! Isso na~o deve ser difi•`cil de realizar — ja•` que no se•`culo passado se recebe dinheiro de ma•`quinas e nenhum erro cardinal resultou disso —, com o uso de senhas, e na~o em um dia, o que deve permitir que sejam feitas todas as estati•`sticas possi•`veis, o que, se voce< me perguntar, e•` muito importante. Mais do que isso, desta forma sera•` possi•`vel realizar eleic,o~es tambe•`m em poucos <turnos>, o que nos permitira•` realizar a escolha iterativa, que e•` a <u•`nica> escolha possi•`vel a partir de baixo, e que vem sendo usada ha•` se•`culos.
     Ale•`m disso, a votac,a~o secreta deve ser realizada apenas em pequenos grupos, onde a pessoa pode ter medo de expressar abertamente sua voz. Tambe•`m todos os parlamentares, como responsa•`veis por todo o pai•`s, devem ser escolhidos justamente em <todo> o pai•`s, na~o em regio~es, onde em muitos casos na~o podem ser eleitos, mas em todo o pai•`s os votos podem bastar. E se for votado em partidos, enta~o os nomes das pessoas concretas na~o importam, cada partido pode e deve fazer e publicar uma lista ordenada com os nomes de seus candidatos antes das eleic,o~es. E tambe•`m — eu acho que isso e•` muito importante — deve haver muitos e mais frequentes <questiona•`rios> que as massas respondem, digamos, cerca de uma du•`zia de perguntas por me<s; eles na~o devem ser compulsivos para o governo, mas esta e•` uma informac,a~o muito importante; e isso deve ser feito por <uma> insta<ncia centralizada, na~o por va•`rias mi•`dias ou empresas, e tambe•`m com o uso de senhas.
     Se pode votar tambe•`m em um <par de poderes>, digamos 5 (onde a ordem da escolha pode ser importante ou na~o). Ou pode ser votado na~o apenas "a favor", mas tambe•`m "<contra>", e isso dara•` uma visa~o totalmente diferente da cena poli•`tica. Ou pode haver algumas <fases >de poder, onde as mais simples sa~o <dois peri•`odos>, da ditadura e da democracia, mas planejados <com antecede<ncia>, para na~o chegar a eles por meio de revoluc,o~es. E outras variantes; como ja•` dei a entender, a democracia oferece muitas possibilidades, ela na~o e•` ruim <em princi•`pio>, mas, ai, o povo ainda e•` bastante ... estu•`pido, e por isso ela na~o e•` suficientemente bom!
     Ah, eu devo dizer algo tambe•`m sobre os <protestos>, porque aqui igualmente tudo e•` feito ao contra•`rio do necessa•`rio, na~o da maneira certa. Quero dizer que as pessoas querem expressar suas opinio~es, e devem ter essa oportunidade, mas na~o para atrapalhar o curso normal da vida, pore•`m elas esta~o fazendo exatamente isso, e apenas encontram trabalho para os policiais, para se colocarem entre os manifestantes e os transeuntes. A decisa~o acertada e•` permitir todos os protestos em <locais especiais>, e para isso podem ser utilizados os <esta•`dios>, onde tudo pode ser filmado de diferentes lados e depois mostrado quando necessa•`rio, mas tambe•`m em tempo real em telo~es em frente ao importante instituic,o~es. Este e•` um distanciamento o•`bvio, que pode ser facilmente alcanc,ado hoje, mas eu acho que isso na~o e•` feito em nenhum lugar. Tambe•`m devem ser feitos esforc,os para <na~o chegar> a tais protestos, onde deve haver alguma comissa~o e todos, que desejam expressar sua opinia~o, devem ser autorizados a comparecer e fazer isso, enta~o as opinio~es devem ser classificadas e alguma decisa~o deve ser tomada, mas pelo menos essas opinio~es devem ser <mantidas> em algum lugar e tornadas acessi•`veis a todos os interessados (na~o da maneira como o pu•`blico oficial bu•`lgaro trata seu u•`nico Jotata de uma forma totalmente ba•`rbara). Deve haver tambe•`m alguma possibilidade de acesso de alguns novos partidos ou grupos de pessoas (digamos: movimento pela paz, ou intelectuais desempregados, ou ma~es solteiras com filhos, etc.) a alguma ca<mara auxiliar, antes que eles comecem a protestar.

          14_. VANTAGENS E DESVANTAGENS

     Ah, eu quero voltar sua atenc,a~o aqui para este momento, que uma caracteri•`stica importante para cada coisa, ou forma de governo aqui, e•` o efeito no <futuro>, a que ela conduz. Sim, mas se partirmos da diale•`tica, enta~o (quase) cada coisa se transforma em seu ... <oposto>, e isso significa que se algo e•` tomado como <mau>, mais tarde isso pode levar a algo <bom>, e vice-versa (onde o u•`ltimo e•` como se negado por ningue•`m — veja o prove•`rbio que o caminho para o <inferno> e•` pavimentado com <boas> intenc,o~es)! Voce< entendeu isso? Bem, isso quer dizer que desse ponto de vista o governo centralizado e•` melhor, porque leva a` democracia, mas esta leva ao poder forte, e por isso e•` pior! E isso se soma a` visa~o de que o governo centralizado tem uma <desculpa moral>, ele <visa> algo, enquanto a democracia na~o visa nada, e e•` por isso que eu cuspo com tanta forc,a na democracia.
     Essa negac,a~o de sua pro•`pria quintesse<ncia pode ser percebida tambe•`m pelos partidos poli•`ticos ou pelo dinheiro ou pela relac,a~o sexual (ou pelo ... conhecimento), onde, por exemplo: todos os interesses parciais se contradizem e levam a um partido, o que significa que isso na~o e•` um partido real, ou muito dinheiro leva ao fraco e depois a nenhum interesse pelo dinheiro, ou a relac,a~o sexual tambe•`m se nega no final (ou muito conhecimento — como e•` com o seu Jotata — leva a` negac,a~o de mais conhecimento — porque chegara•` um dia quando ... o universo comec,ara•` a <encolher>, e enta~o acontecera•` que tudo foi por nada e nada novamente, enquanto, por exemplo, os prazeres mais simples da vida parecem mais satisfato•`rios). Sim, e•` verdade, mas essas sa~o observac,o~es filoso•`ficas, para que na~o seja melhor aprofunda•`-las, eu queria apenas mostrar que cada medalha tem dois lados, e a democracia tem se mostrado em muitos pai•`ses na~o ta~o melhor, mas diretamente como pior, e por isso e•` necessa•`rio prestar mais atenc,a~o a essas coisas.
     Mas prestar mais atenc,a~o significa fazer compromissos, e•` verdade, mas no•`s na~o gostamos muito disso, no•`s queremos reagir de maneira total. E realmente, se dermos uma olhada na democracia dos dias atuais e de antes de um se•`culo (digamos em 1910), deve ficar claro que no•`s na~o mudamos nada no modelo democra•`tico ocidental, mas, em vez disso, tivemos duas Guerras mundiais, inventamos a democracia popular radicalmente diferente e temos totalmente descartado ela, mas na~o chegamos a um compromisso. Mas se no•`s na~o queremos fazer compromissos, enta~o acontece simplesmente muito <derramamento de sangue>, essa e•` a nossa alternativa. Bem, as pessoas hoje em dia vivem com aflue<ncia (em conseque<ncia do nosso <na~o> natural: comida, bebida, roupas, casas, etc.), provavelmente elas na~o vira~o a novas guerras por razo~es econo<micas (embora isso na~o possa ser garantido) mas elas podem chegar a isso por razo~es <morais>, e se na~o exatamente para guerras, enta~o talvez para homens-bomba (para lembra•`-los de um <Laden>-"menino"). Para que essa maldita democracia seja mentira e engano, mas isso na~o e•` ta~o importante, mais importante e•` que ela pode ser mudada, e por isso eu estou fazendo aqui minhas diferentes proposic,o~es. Mas, como eu disse, depende do grau de estupidez das pessoas comuns.

          15_. COMENTA•`RIOS FINAIS

     No final deste ensaio eu quero esclarecer a voce<s que o escrevi para <outras> pessoas, para o <mundo> inteiro, porque ja•` passei meus 70 anos e publico anonimamente, na~o tenho mais desejos especiais, na~o preciso de dinheiro ou de glo•`ria, e a misera•`vel pensa~o que recebo e•` suficiente para mim; se ale•`m disso eu posso cuspir na barba•`rie bu•`lgara, sinto-me quase feliz! E eu tambe•`m <aguento> essa democracia estu•`pida, porque a pessoa inteligente aceita <qualquer> forma de governo, pelo simples motivo de que e•` melhor que a anarquia. O que me perturba e•` que as pessoas ao redor ve<em o governo democra•`tico como um pro•`ximo tipo de atividade <comercial>, onde tudo e•` fraude, mas nada pode ser feito, a vida e•` assim, enquanto para mim isso cai na <esfera social> e, portanto, devem ser aplicados outros crite•`rios, como <amor ao pro•`ximo>, humanidade, sentimento religioso, cuidados com as pessoas, uma espe•`cie de trabalho ... sanita•`rio ou sacerdotal! Bem, isso pode parecer um pouco uto•`pico para muitos de voce<s, mas eu gosto das utopias porque elas sa~o lo•`gicas e, no final das contas, sou eu, me preocupo com as outras pessoas.
     OK, eu vou terminar este meu trabalho capital (embora <todos> os meus trabalhos sejam capitais e fundamentais), ja•` afiei minha pena especial para o ponto final — tal e•` o meu ha•`bito —, e com certeza farei isso, ficara•` calmo, mas antes quero me dirigir aos <meus> leitores em potencial. Enta~o, meus leitores, pec,o perda~o, mas voce<s definitivamente sera~o ... estu•`pidos, isso era de se esperar, pelo menos 90 por cento dos humanos sa~o simplesmente estu•`pidos, mas eu espero que voce<s <saibam> disso! Porque, como se sabe desde os gregos antigos, ha•` estu•`pidos que sabem que sa~o estu•`pidos, e isso e•` ... bom, pois eles sa~o a•`vidos para aprender algo mais, para saber mais, eles na~o esta~o muito felizes com o que ja•` sabem, e existem pessoas que sa~o ta~o estu•`pidas que na~o percebem isso (simplesmente na~o sa~o capazes de perceber isso), mas por causa disso ficam muito felizes. De modo que se voce< e•` da categoria daqueles que sabem que nada sabem, enta~o voce< se lanc,ara•` como passarinhos famintos nos gra~os de sabedoria que eu, Jotata-Atatoj, semeei para voce<! Eu espero que voce<s sejam esses leitores e devorem rapidamente <todas> as minhas obras, e esse e•` um comportamento correto.
     Porque, olha aqui, eu posso pensar em utopias, mas elas sa~o utopias bonitas, eu sonho que <a poli•`tica> possa subir ta~o alto, que <fique nessa relac,a~o com o capitalismo, em que o querido Deus fique com todo o mundo material>! Isso significa que a poli•`tica deve ser divina, deve conter belas <ide•`ias>, deve <conectar> tudo, para que o capitalismo desagrada•`vel e deficiente brilhe como renovado! Mesmo que isso seja impossi•`vel de perceber, este parece ta~o bom que vale a pena tentar! E aqui esta•` o ponto final.

     Maio de 2021

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     [ *Closing remark*: Hmm, in this way I have become in some small degree <acquainted> also with this language, and have come to my conclusions. And which are they, ah? Well, the most important conclusion here is that <all> languages are <bad>, except one! I will not play hide and seek with you, this one and only good language is … my Bulgarian one! This is not a new topic for me, but now I have gathered more detailed proofs. All this thanks to the misunderstood democracy, and myself existing thanks to the barbarian reaction of our whole official publicity (which has led to my birth under this pseudonym)! And have in mind that I am comparing practically all Slavonic, and Teutonic, and Latin languages, or all <contemporary> ones, so that my conclusions are entirely justified. And mark also this, that Bulgaria is the unquestionable (outside of its borders) <barbarous> nation in the civilized part of the word, and that our Bulgarian language is the best and simplest of all other civilized and contemporary languages, and these two facts simply <cannot> be occasional, they must be somehow related! So that at the end of this my democratic <epopee> I may with clear conscience exclaim: <Long live Bulgarian language!> and <Down with the democracy! >Amen! ]


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Ðåöåíçèè